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23/05/14

Morro do Sete

Documento sem título
cume

Ficha técnica


  Dificuldade: Fácil/Médio
  Distância percorrida: 8km (ida e volta)

29/07/13

Pico do Paraná Inverno 2013 – Neve?


Vou começar este relato agradecendo meus parceiros Rodrigo Quimm e Washington Starke, que foram feras na trilha e não se mixaram com a chuva, o vento e o frio. Gostaria de agradecer também a todos os membros do Montanhoso e familiares, que nos deram apoio e estavam torcendo por nós. Valeu galera!!!
Eu sempre acompanho a previsão pelo Montain Forest (http://www.mountain-forecast.com/peaks/Pico-Parana/forecasts/1877) e na segunda feira pela manha tinha previsão de 16cm de neve no Pico do Paraná. Quase fiquei doido com a possibilidade... Próximo do almoço resolvi manifestar meu interesse através de um post no facebook, mais do que rápido o Washington e o Jefferson me procuraram e começamos a combinar a empreitada, aquela coisa de sempre, tralhas, logística... No final das contas o Jefferson teve que desistir, sua esposa estava nos últimos dias de gestação. O Rodrigo me mandou mensagem perguntando se ainda havia vaga, então ele se tornou o terceiro elemento.

Relato
Nos encontramos no Detran as 16:45, passamos no mercado e vazamos sentido fazenda PP. A chuva que não cessava nos deixou bem animados, afinal sem chuva sem neve. –  Saindo de Curitiba pra chegar na fazenda deve-se pegar a BR-116 sentido São Paulo, alguns quilômetros depois do pedágio tem o posto de gasolina Tio Doca, que fica na pista sentido Curitiba, depois do posto, média de 1km, tem uma estrada bem discreta que fica na lateral da ponte sobre o rio Tucum. Siga a estrada até o fim que não tem erro.
Chegamos na fazenda pouco depois das 18h, adentramos a porteira e paramos na corrente em frente a propriedade. Fomos atendidos remotamente pelo radinho que deixam no casebre ao lado estacionamento... No final do relato detalharei minha indignação sobre esse e outro assunto. As 19:30 começamos nossa caminhada, chovia e fazia muito frio, mas nossos ânimos estavam animados hsuhasuhasua. – Sempre costumo dizer que a subida até o morro do Getúlio é a prova de fogo, várias pessoas desistem nesse ponto, na metade do caminho tem uma rocha conhecida como pedra do grito, ela fica ao lado esquerdo da trilha, possibilitando uma vista interessante. O Washington e o Rodrigo não conheciam o PP, mas passaram no teste, chegaram no cume do Getúlio sem dificuldades, levamos em torno de 1 hora. Paramos um pouco pra algumas fotos, o corpo esfriou e o frio apertou, então continuamos a pernada.

- Saindo do Getúlio a trilha fica mais aberta até chegar na bifurcação que leva ao Caratuva, cerca de 10 minutos. Decidimos parar um pouco na bica (15 min depois da bifurcação) pra abastecer água e comer um lanche. Agora a chuva estava mais intensa, assim como o vento e o frio... apertamos o passo. A trilha fica mais fechada e íngreme até a próxima bifurcação, a do Itapiroca. Depois dessa parte a trilha fica mais plana, mas em compensação mais difícil de caminhar também, muitas pedras e raízes traiçoeiras. Ruim com as raízes, pior sem elas, em muitos trechos elas formam escadas naturais que facilitam transpor alguns obstáculos.

Estávamos quase chegando no A1 (acampamento 1) quando começamos a ouvir vozes, lembrei que o Kelvin disse que também iria, com alguns amigos, em busca da neve. Do A1 até o A2 tem que descer um pequeno vale, que segue mais ou menos pela crista, pra depois começar a subir. Nesse ponto tem o auxilio de corrente e escada de metal. O Rodrigo e o Washington ficaram um pouco assustados, afinal nunca haviam subido uma montanha que precisasse destes recursos. Chegamos no A2 as 00:30h, um bom tempo já que estávamos de mochila cargueira, andando de noite e na chuva. Estávamos ensopados, famintos e um pouco desanimados com o vento excessivo. Montar a barraca foi bem chato mesmo. Acampamos na direção da casa de pedra, enquanto o Kelvin e seus amigos na direção da trilha que segue para os Camelos. Pra tristeza do Washingnton seu saco de dormir estava ensopado, ele confiou na impermeabilidade (mito) da sua mochila e não levou um saco estanque. Frio, passamos muito frio. Teve momentos que parecia que o vento ia levantar a barraca hehehe. Já passei algumas noites de frio no Campo dos Padres e Serra Fina, inclusive com temperaturas bem abaixo de zero graus, mas confesso que nunca havia sentido  frio na minha vida.

Pouco antes de amanhecer o Kelvin e seus amigos iniciaram a descida, eu mal olhava pra fora da barraca e já fechava o zíper. E a chuva e o vento persistiam... 8h da manha e nada de neve. Liguei na casa do meu pai e ele me disse que estava nevando em Curitiba, não acreditei nele, pensei que era zueira, mas minha namorada confirmou na sequencia. A chuva sessou e não teve neve, já estava conformado. Só nos faltava então subir até o cume... pelo menos. Arrumamos as tralhas nas mochilas, largamos elas perto da casa de perdra e começamos a subida ao cume, apenas com um cantil de água. Andar sem peso as x é muito bom hehe.

Sem pressa chegamos ao cume, rajadas de vento varriam as nuvens e o sol penetrava timidamente entre as rochas, evaporando as poças, estava difícil até pra ficar em pé. Apreciamos a vista, hora aberta, hora encoberta, registramos nossa presença no livro de cume e iniciamos a descida. Assistimos o por do sol no cume do Getúlio e voltamos pra fazenda.

Não vimos a neve, mas foi um desafio muito bacana. Curti cada momento, reforcei minha amizade com o Washington e fiz um novo amigo, o Rodrigo. Embora tenha sido por pouco tempo, o convívio que tivemos nessas horas de aventura foi intenso, provavelmente um laço pra toda vida.
Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades.

Indignação: Cobrança de acesso x Lixo
Cobrança de Acesso
Sei que esse assunto incomoda algumas pessoas, principalmente os “puxa-saco” do DIlson (dono da Fazenda do PP), mas não posso ficar quieto.
O Dilson diz que não cobra o acesso à trilha do PP, alega oferecer uma estrutura ao montanhista, justificando o valor de R$ 10,00 por pessoa das 07h às 18h e R$ 15,00 das 18h às 22h. Mas onde está a estrutura? A estacionamento onde deixamos apenas 1 carro? O Casebre com banheiro padrão boteco? Ou o camping que não usamos? Fomos atendidos por um rádio comunicador, onde recebemos instruções pra preencher o cadastro e deixar o dinheiro. Isso é um absurdo, nem atendimento humano tivemos. Cadê a porra da estrutura?
Alguns falarão, ele faz a manutenção da trilha, como ele mesmo me disse da ultima vez que conversamos. Até acho justo daí, porque não é trabalho fácil, a trilha é bem extensa. Pagaria sem reclamar! Mas nunca encontrei tanto lixo na trilha, como podem ver nas fotos abaixo:

Lixo
Não estou colocando a culpa no fazendeiro, isso é filha da putice dos porcos que fazem a trilha, mas também não seja cara de pau de dizer que faz manutenção na trilha.
Galera isso é muito grave, é de dar vontade de chorar, tinha até barraca inteira abandonada na casa de pedra.












24/05/13

Travessia Serra Fina Maio 2013



Travessia Serra Fina – 3 dias

Quem Foi
Fomos só eu, Cristiano Amaro, e meu irmão Atla Amaro. Os outros parceiros tiveram dificuldade em negociar folga, já que precisaríamos de alguns dias da semana livre.

Planejamento e Preparativos

Como essa travessia é considerada uma das mais difíceis do Brasil, tivemos o cuidado de planejá-la com bastante antecedência. Programamos nossa saída de Curitiba para o dia 10/05/13 (sexta) e retorno no dia 15/05/13, que acabou sendo antecipado em 01 dia (mais abaixo saberão por que).
Uma das maiores dificuldades da Serra Fina é a escassez de água, de modo que planejamos que cada um levaria 5,5 litros do liquido precioso, dividido em 2 garrafas pet 2 litros e 1 cantil de 1 litro. Isso somado ao restante da carga das mochilas pesou mais de 19kg (outro fator preocupante é o peso).

Ônibus
Ida
Curitiba – São Paulo
Embarque       Tipo               Tarifa             Duração     Previsão                  Empresa
23:20              CONV            R$73,50        06:00         11/05/2013 05:20    COMETA

São Paulo – Passa Quatro
Embarque     Tipo                 Tarifa             Duração        Previsão                 Empresa
07:00              CONV            R$47,47        04:50            11/05/2013 11:50    COMETA

Fiquei com medo de comprar a passagem pra esse horário e o busão de Curitiba pra São Paulo atrasar. Por curiosidade olhei na noite de sexta feira como estavam as reservas e, pra minha decepção, o ônibus das 7h já estava lotado, assim como o das 8h. Pra garantir comprei a passagem para o próximo horário, 12:15h


Programação Inicial
11/05/13 Rodovia MG 158 – Toca do Lobo
10 km – 4h (previsão de chegada 16h)

12/05/13 Toca do Lobo – Acampamento 01 Capim Amarelo
Pegar água na Toca do Lobo
5 km - 8h (previsão de chegada 15h)

13/05/13 Capim Amarelo – Acampamento 02 Pedra da Mina
Pegar água no Rio Claro
7 km - 8h (previsão de chegada 15h)

14/05/13 Pedra da Mina – Acampamento 03 Pico Três Estados
Pegar Água no Rio Verde (Vale do Ruah)
8 km - 9h (previsão de chegada 16h)

15/05/13 Pico Três Estados – Sitio Pierre
10 km - 5h (previsão de chegada 12h)



Saída de Curitiba
O ônibus, como de praxe, saiu atrasado em quase 40 min. Como nossa passagem pra Passa Quatro era só depois das 12h tínhamos tempo de sobra. Acordei muito cedo na sexta feira e estava bem cansado, foi sentar no busão e dormir. Mas meu sono durou apenas meia hora, as 00:30 fui acordado por um policial federal.  - Você é o Cristiano Amaro? Respondi que sim e ele me pediu para que descesse do ônibus e o acompanhasse. Na hora pensei milhões de coisas ruins (tragédia com familiares, atraso de pensão alimentícia... isso que nem tenho filhos rs). Depois fiquei mais tranquilo quando descobri que se tratava da nossa bagagem. Um cão farejador (falhado rs) implicou com a mochila do Atla e os policiais pediram pra revistar a dita cuja. Fiquei com pena do meu irmão porque nossas mochilas estavam muito cheias e deu um trabalhão tirar tudo de dentro pra depois arrumar de novo. Resumindo, acho que desgraçado do cachorro gostou do cheiro da calabresa que estávamos levando. Como não tínhamos drogas (nem camisa do Corinthians) fomos liberados, isso depois de longos 30 minutos. Gostei de ver a decepção dos passageiros, que apostaram que éramos traficantes de drogas hehe.
Chegamos na rodoviária do Tiete antes das 6h da manhã. A primeira coisa que fizemos foi ir ao guichê da empresa Cometa e tentar antecipar o horário da passagem pra Passa Quatro. Por sorte colocaram mais um ônibus pras 8:30h e ainda tinha lugar. Um pouco depois das 13h estávamos em Passa Quatro.

Dica: 
Evitem sair de Curitiba na sexta feira ou em véspera de feriados. Só assim você poderá reservar a passagem pra Passa Quatro sem medo do ônibus Curitiba / São Paulo atrasar e acabar perdendo o embarque pra Minas.


Passa Quatro
Depois de um almoço caprichado, num restaurante próximo ao terminal rodoviário pegamos a rodovia sentido estrada Toca do Lobo, que fica a aproximadamente 2km do centro de Passa Quatro. Muito ruim andar nessa rodovia, não tem acostamento. Em poucos minutos estávamos no inicio da estrada e às 15h iniciamos nossa caminhada.
A estrada é só subida, a altitude inicial é de pouco mais de 960m e termina acima dos 1600m. Dá pra vencer o percurso de aproximadamente 10km em menos de 4 horas de caminhada. A estrada é muito bonita e repleta de araucárias e eucaliptos. Pouco antes da chegada a Toca do Lobo dá pra ver como será o inicio da empreitada.
Antes das 19h estávamos na Toca do Lobo, onde acampamos e fizemos um jantar caprichado, macarrão com calabresa.



1º Dia 12/05/13 – Da Toca do Lobo até o Maracanãzinho – Dia tranquilo com caminhada leve.
Pra iniciar a trilha deve-se cruzar o rio bem em frente à Toca do Lobo. A maioria das pessoas, assim como nós, prefere pegar água nesse rio, mas um pouco antes do Quartzito tem um ponto de água. Depois de pegarmos 5,5 litros de água, cada um, iniciamos a travessia, às 8h. Já de cara a trilha é bem íngreme e dá pra ter noção de como será dali pra frente. Poucos metros acima já dá ter uma vista bem interessante da cidade de Cruzeiro (acho eu) e do Quartzito, separado por um longo corredor sobre a crista dos morros.
Encontramos com 2 montanhistas locais que estavam empenhados em abrir uma trilha que liga o centro de Passa Quatro (próximo ao terminal rodoviário) ao cume do Capim Amarelo, passando por algumas poucas montanhas e desviando a estrada da Toca do Lobo. Eles acreditam que em 1 ano terão concluído sua missão.
As 11:30h, depois de muita subida, já estávamos no cume do Capim Amarelo. A principio esse era o objetivo do dia, mas como ainda estava muito cedo decidimos almoçar e avançar até o Maracanãzinho pra ganhar algum tempo pro dia seguinte, que no caso seria mais puxado que o anterior. As 15h depois de bater aquele rango (arroz, feijão e calabresa) e tirar uma soneca merecida, já que tínhamos dormido mal nos 2 últimos dias, partimos pro camping próximo ao Maracanãzinho. Do Capim Amarelo até lá levamos 1h e 40min. A descida tem que ser feita bem pela esquerda, é só seguir os totens.
Assistimos o por do sol, muito lindo por sinal, armamos nossa barraca, jantamos e antes das 21h estávamos recolhidos no aconchego do saco de dormir.
Dicas:
- Mesmo que esteja munido de GPS poderá confiar nos totens;
- Se chegar depois das 15h no cume do Capim Amarelo vale a pena acampar lá. O camping é bem protegido pelos capins altos e o chão é bem macio e plano.
- Independente se quiserem pegar água na toca, ou antes do Quartzito, o recomendado é que levem de 4 a 6 litros. Talvez, como no nosso caso sobre, mas é melhor pecar pelo excesso quando se trata do liquido precioso.




2º Dia 13/05/13 – Do Maracanãzinho ao cume da Pedra da Mina – Dia relativamente puxado com trechos de escalaminhada e alguns vales.
As 7h da matina iniciamos nossa jornada até a Pedra da Mina. Algumas subidas e vales e lá por 10:30h estávamos no riacho, último ponto de água antes do cume da Pedra da Mina. Aproveitamos pra nos lavar e dar uma vadiada. Já que teríamos que almoçar mesmo aproveitamos pra fazer o grude ali, assim poderíamos lavar a louça com a água do riacho e pouparíamos o liquido. Depois de um almoço e mais um cochilo rsrs rumamos pro ataque a Pedra da Mina, eram 14h e 20min. Mais uma vez coletamos 5,5 litros de água cada um. A subida é bem puxada com alguns trechos de escalaminhada, mas como estávamos descasados vencemos o trajeto em pouco mais de 1 hora e as 15h e 30min estávamos apreciando a vista do cume.
Montamos acampamento (o vento atrapalhou um pouco) e ficamos assistindo a mais um por do sol, mais fascinante ainda que o anterior. Ali no cume tem poucas opções de camping, mas como não tinha ninguém além de nós dois arranjamos um lugar bacana e relativamente protegido do vento, que estava forte por sinal. Jantamos e antes das 20h nos recolhemos em nossa barraca. Foi a noite mais agradável que tivemos, dormi muito bem.


Dicas:
- Antes do riacho tem a Cachoeira Vermelha, mas não é um bom lugar pra pegar água;
- Se fizerem a travessia em algum feriado correram risco de não achar lugar pra acampar no cume da Pedra da Mina, desça até o Vale do Ruah que bem no comecinho tem uma clareira legal pra acampar. No track que estou disponibilizando tem várias áreas de camping marcadas;
- Mais uma vez fique atento aos totens, não invente caminhos alternativos, acredite, não vale a pena.



3º e último dia – Da Pedra da Mina até a BR-354 – Dia intenso, com muito sobe e desce, escalaminhada, encharco e vales repletos de bambus.
As 19h e 10min iniciamos a descida da Pedra da Mina sentido Vale do Ruah. A descida é bem forte e íngreme, além de perigosa, levando em consideração a dificuldade de se equilibrar com quase 20kg nas costas. Não caia na tentação de subir o morro (que inclusive tem alguns totens bem visíveis) que fica no final da descida. Pegue a esquerda e termine de descer até o vale do Ruah. Nesse ponto a caminhada é lenta devido ao capim alto e solo “pantanoso”, mas pra quem está acostumado com terreno assim fica divertido. O esquema, depois de caminhar até o Rio Verde (1/4 de distância entre o inicio e o fim do vale) siga sempre margeando ele pela direita, nunca cruze o rio. A trilha é bem fechada e confusa, repleta de “caminhos de rato”. Se tiver um GPS em mãos e seguir meu track poderá ganhar um tempo precioso. Depois do último ponto de água (também está marcado) a trilha começa a rumar mais para a direita e o vale termina iniciando a subida que dá acesso ao Cupim de Boi. Novamente deve-se abastecer com água, principalmente se pretende acampar no cume dos 3 Estados.
Depois de algum sobe e desce (mais sobe do que desce), antes do meio dia, estávamos no cume dos 3 Estados. Pra nossa tristeza o tempo estava totalmente encoberto, impossibilitando qualquer tipo de vista. Não achamos que valia a pena acampar ali e ainda era muito cedo então decidimos fazer um lanche rápido e terminar a travessia naquele mesmo dia, afinal da li até a BR calculamos que levaríamos no máximo mais 5 horas de caminhada. Começamos a descer o cume por volta de 12h e 30min. A trilha fica bem pesada com muito, mas muito sobe desce passando hora pela crista dos morros, hora por vales repletos de bambu. As descidas são bem fortes também, mas os galhos e o matinho ajudam a diminuir a carga das pernas. A mais emocionante escalaminhada, no meu ponto de vista, é a do Alto dos Ivos, nos divertimos muito. Depois de suar a camisa (fizemos muito rápido mesmo) por 3h e 30min já estávamos no final da trilha. Lá tem uma bifurcação, pegue a estrada da esquerda, ela leva ao Sitio do Pierre.
Não tinha ninguém no Sitio do Pierre, mas paramos ali perto pra fazer mais um lanche e tomar um suco, na verdade tomamos 1 litro de suco cada um hsuahuashsaua. Dali até a BR dá pra fazer em menos de uma hora. A estrada passa por 2 porteiras e alguns pontos de água, uns fracos e outros fortes.
Lá por 17h estávamos na BR, onde ligamos pro taxista / motorista de funerária (kkkk) José Roberto (35) 9113-4325, que nos cobrou a bagatela de R$60,00 pra nos levar até Itanhandu, distante quase 40km, onde pegamos o Cometa pra Sampa.

Dicas:
- Se pretende fazer a travessia em 4 dias vale a pena acampar no cume dos 3 Estados;
- Como a trilha é repleta de bambus use manga longa e calça comprida, mesmo que esteja calor, ou ficará cheio de arranhões nas pernas e braços;
- Se pretende fazer em 3 dias esqueça de almoço no último dia, faça um lanche rápido.






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Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades.
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