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08/10/2012

Pedalada Trentino Estação Roça Nova

29.09.12

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Ficha Técnica
Dificuldade: Moderado / Difícil - NÃO RECOMENDADO PRA QUEM ESTÁ COMEÇANDO AGORA
Extensão: 97,42 km
Asfalto: 60 km
Estradas de terra: 36 km
Tempo: quase 7 horas de pedalada ininterrupta

Indispensável
Equipamentos de segurança: luvas, capacete, óculos;
Kit manutenção: ferramentas como chaves do tipo allen, fenda e philips, chave de corrente, espátulas, alicate de bico fino, remendo para câmera, câmera reserva;
Kit primeiros socorros: ataduras, antisséptico, esparadrapo;
Água e lanches.

Recomendável
Bicicleta com suspensão: pode ter certeza que fará a diferença nas estradas de terra;
Protetor solar;
Maquina fotográfica;
Lanterna.

Pontos de interesse
Rodovia BR 376 (litoral SC)
Rodovia BR 277 (Litoral PR)
Praça de Pedágio
Cemitério Assunção
Colônia Santa Maria
Barragem represa Caiguava
Estação Roça Nova
Túnel
Pedreira desativada
Agroindústria Piraquara

Equipe
Anderson Siqueira
Atla Amaro
Claro Sato
Cristiano Amaro

Mais Fotos
Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades

03/09/2012

Pedalada Estrada Ganchinho / Gerê - 47 km

01.09.12



Ficha Técnica
Extensão: Aproximadamente 47 km;
Nível: Fácil - Moderado;
Ponto de origem e retorno: Estrada do Ganchinho - Curitiba - PR.

Pontos de interesse:
- Parque do Lago Azul;
- Ponte sobre o rio Iguaçu;
- Volks Audi;
- BR 376;
- Viaduto Contorno Leste.

Parque do Lago Azul

Atla, Cristiano, Anderson e Claro da esquerda pra direita

Hora do recreio kkk

Ponte sobre o rio Iguaçu

Percurso


Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades

13/03/2012

II Pedalada Alternativa Bike - Caminho do Vinho


Exibir mapa ampliado

10.03.12


Ficha Técnica
Dificuldade: Moderado (Não recomendado a iniciantes)
Principal Dificuldade: Muita, mas muita subida
Distância Percorrida: 55km

Trajeto: Av. Salgado Filho / Av. das Torres / BR-376 / R. João Zarpelon / R. João Bortolan / BR-277

Indispensável: - Bicicleta ahaha; Capacete; Kit ferramentas e remendo pneu; Lanche; Protetor solar; Óculos
Recomendável: Bicicleta com suspensão; kit primeiros socorros


O ponto de encontro foi no portal de São José dos Pinhais, iniciamos a pedalada 7:45h eu, o Pedro Ernesto e o Marcelo Miguel.
Não gosto de pedalar na Av. das Torres, não tem acostamento e os motoristas não respeitam a distância mínima. Mas depois que passa o portal do caminho do vinho a pedalada fica agradável.

Tem um bom trecho de paralelepípedos e depois a estrada é de terra e cheia de subidas.



No meio do caminho encontramos com outro grupo de ciclistas que estavam fazendo o mesmo trajeto que a gente, mas em um ritmo muito mais acelerado.


O dia estava ensolarado e aproveitamos pra dar um mergulho em um riozinho próximo a estrada. Foi a melhor ideia que tivemos rs


Antes de voltar a pedalar tivemos que trocar a câmara do pneu do Marcelo que estava vazando pelo bico.

Quase chegando na BR-277, após passar uma pedreira, desviamos nosso trajeto pra comprar granola. Comemos um bolo espetacular hehe

Chegamos ao SAU - Serviço de Atendimento ao Usuário por volta de 12h. Aproveitei pra tomar um cafézinho


Estavamos discutindo sobre a origem destes OVNI's e concluimos que são de Vênus e Júpiter (da esquerda pra direita) kkkkkkkkkkkk




A  volta pela BR-277 foi bem tranquila, mesmo com a alta temperatura.



Esse foi o ponto onde eu eo Pedro saímos da BR. O Marcelo ainda precisa pedalar mais alguns km pra chegar em casa.
Antes das 13h já estava em minha casa, ou seja, levamos 5 horas no total.

Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades



10/02/2012

Avenida das Torres Terá até Cinco Pistas e Ciclovia

Imagem:  http://www.stica.com.br/jonny/?p=1865


10/02/2012
Fonte: www.curitiba.pr.gov.br

"A Avenida das Torres (Comendador Franco), principal ligação viária entre Curitiba e o Aeroporto Internacional Afonso Pena em São José dos Pinhais, será remodelada. Com mais faixas de circulação, novas calçadas, iluminação e uma ciclovia, o projeto do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) conta com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC da Copa) que financiará também parte de um viaduto estaiado e de uma trincheira ao longo da avenida.

A obra na avenida das Torres será feita em etapas. Faz parte da primeira delas o trecho viário entre o cruzamento da rua Maurício Nunes Garcia até a Linha Verde, onde estará ainda a trincheira da rua Guabirotuba. Logo mais à frente, o viaduto estaiado, no cruzamento da rua Coronel Francisco H. dos Santos.

No primeiro trecho, com cerca de aproximadamente 1,2 quilômetros, a avenida das Torres no sentido bairro passará de três para cinco faixas de rolagem, incluindo os acessos. No sentido centro, da Linha Verde até a trincheira da rua Guabirotuba serão quatro faixas.
Da Linha Verde até a divisa com São José dos Pinhais a avenida continuará com três pistas de cada lado. Num trecho menor, da estação da Copel até a rua Baltazar Carrasco dos Reis, nos dois sentidos a via passará de duas para três faixas.

Ciclovia
Além de novas faixas de circulação viária, toda avenida, até a divisa com São José dos Pinhais, passará por uma completa requalificação, incluindo uma ciclovia com conexão metropolitana. Prevista no Plano Diretor Cicloviário do Ippuc, a ciclovia será feita nos dois lados da avenida, com sentidos opostos, totalizando 20 quilômetros de infraestrutura cicloviária.

A nova ciclovia ficará ao lado das calçadas, que também serão refeitas com novo padrão de piso antiderrapante e medidas que atendem as normas de acessibilidade. Calçadas e faixa de ciclovia terão largura mínima de 1,5 metro, ideal para o sentido único. A iluminação também será refeita ao longo da avenida.

Viaduto e trincheiras
Um viaduto e duas trincheiras facilitarão as transposições em pontos estratégicos da avenida. O viaduto suspenso por 21 cabos de aço passará por cima da avenida no cruzamento com a rua Francisco H. dos Santos.

Os cabos, 10 de um lado e 11 no sentido contrário, serão ancorados num pilar de 69 metros de altura. O tabuleiro do viaduto terá 25 metros de largura com quatro faixas de circulação, duas em cada sentido da via. Além das pistas, o viaduto terá ciclovia nas duas laterais para o trânsito seguro de ciclistas e pedestres.

O novo viaduto vai melhorar a ligação viária entre os bairros Boqueirão, Hauer, Xaxim, Uberaba e Jardim das Américas, Cajuru e BR 277, beneficiando cerca de 300 mil moradores dos seis bairros, além de turistas.

Trincheiras - As duas trincheiras, uma na rua Chile e outra na Guabirotuba, estão localizadas no bairro Jardim Botânico, e são importantes para a complementação do binário Chile/Guabirotuba. A primeira trincheira está quase pronta e a Guabirotuba foi licitada com previsão de inicio das obras no primeiro semestre desse ano.

A trincheira permitirá que a rua Guabirotuba passe por baixo da avenida das Torres. Sem essa interrupção, o binário Chile/Guabirotuba terá maior fluidez.  A obra é importante também para interligação entre os bairros Jardim Botânico, Prado Velho e Rebouças.

A trincheira Guabirotuba terá cinco metros de altura e 9 metros de pista, calçada para pesdestre com 2 metros de largura. Serão duas faixas de veículo sentido Jardim Botânico. A Rua Guabirotuba chegará com três faixas até a trincheira, mas uma delas deriva para o acesso à avenida das Torres, sentido aeroporto/São José dos Pinhais."

Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades

03/02/2012

Pedalada Parque São José dos Pinhais - Zoológico



Ficha Técnica
Extensão (ida e volta): 16,8km
Nível: Fácil
Elevação mín: 854 metros, máx: 898 metros
Altura acum. subida: 146 metros, descida: 166 metros
Ponto de origem e retorno: Av. das Torres, próximo ao portal de São José dos Pinhais.

Uma pedalada prazerosa e tranquila que pode ser feita em apenas 90 minutos.
Existe também a possibilidade de fazer uma caminhada, recomendo o trecho que vai da Av. das Torres até a Av. Marechal



Histórico

Parque Iguaçu / Zoológico
O Parque Iguaçu foi implantado a partir de 1976, na região sudeste de Curitiba, para preservar os fundos de vale do Rio Iguaçu, o mais importante do Paraná. Tem 14 km de extensão, uma largura média de 571m e uma área de aproximadamente 569 mil m². Possui diversos setores: esportivo (peladeiro e beisebol), náutico, zoológico e bosques que preservam a vegetação típica das várzeas, capões de pinheiros e mata nativa, além de um santuário ecológico (reserva biológica).
Entregue aos curitibanos em 1982, o Zoológico Municipal, que ocupa 530.000 m2 do Parque Municipal do Iguaçu, foi criado para acolher os grandes animais, até então confinados no Passeio Público, em pleno centro da cidade, propiciar condições de reprodução para os animais nativos e ainda servir de porto seguro para as aves migratórias. Ali, hoje, convivem mais de 1000 animais de 80 espécies, com todas as condições de preservação, num habitat muito próximo ao natural.

Parque São José dos Pinhais
Inaugurado em 5 de Junho de 2011 o município de São José dos Pinhais conquistou o termo de cessão de uso de parte da área do Parque Metropolitano do Iguaçu no dia 1º de Junho de 2010, no trecho compreendido entre a Avenida das Torres, a Marechal Floriano Peixoto o Rio Iguaçu e o Canal Extravasor.
A partir do termo, o município se encarrega de realizar a implantação de acessórios e equipamentos públicos no local, bem como a vigilância, guarda, administração, preservação e manutenção da área. O parque estadual estava sob a gerência da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Urbano (Sedu).
A parte da área cedida do Parque Metropolitano do Iguaçu denomina-se Parque São José dos Pinhais e conta, atualmente, com nove churrasqueiras, um campo de futebol, quatro canchas esportivas de areia, quatro canchas de vôlei de areia, um conjunto para alongamento, uma choupana, trecho de ciclovia, bancos de madeira e lixeiras.
O termo prevê a instalação de novos equipamentos como estufa para abrigar o Horto Municipal, banheiros públicos, lixeiras, placas indicativas, parque infantil, academia ao ar livre e reconstrução de ponte sobre o dreno, via parque, além da arborização do local com espécies nativas.

Fotos

Entrada do Parque pela Av. das Torres
Pista de Cooper / Ciclismo

Lago
Quiosques com Churrasqueiras
Encontro das Águas Belém e Iguaçu
Obras de Desassoreamento


Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades
montanhoso.blogspot.com

30/01/2012

Ônibus Invade Ciclofaixa Durante Bicicletada em Curitiba


27.01.12

A primeira Bicicletada de Curitiba em 2012 pedalou 20 quilômetros para uma vistoria na ciclofaixa da Marechal Floriano. No trajeto, os ciclistas enfrentaram três momentos de conflito; todos eles envolvendo ônibus do sistema público de transporte.
A situação reflete a realidade enfrentada no dia a dia de quem usa a bicicleta como meio de transporte – e ajuda a explicar fatalidades como a quevitimou o ciclista Edimar Nascimento, há exatamente uma semana.
O caso mais grave ocorreu justamente no trecho mais estreito da ciclofaixa, em que a largura da área útil (faixa vermelha) varia entre 73 centímetros e 75 centímetros.
Um caminhão estava estacionado em fila dupla, fazendo a manutenção da fiação elétrica. Neste momento, um motorista do Ligeirinho não quis saber de esperar, invadiu a ciclofaixa com duas rodas e tocou o veículo de 10 toneladas sobre os ciclistas, que trafegavam em fila indiana.
"Tenho que cumprir meu horário”, justificou o motorista da linha Boqueirão Centro Cívico -- veículo EL 300 placa AUL-6039 -- , quando questionado por um dos ciclistas, que pedia calma e paciência. A frase é reveladora e mostra que não basta apenas mirar no motorista -- que sim, é um mentecapto – mas é também o elo mais frágil de um sistema alimentado por uma lógica perversa.
A questão toda começa com a própria estrutura do sistema de transporte curitibano, que penaliza o elo mais fraco – e mais ignorante – e terceiriza a responsabilidade por falhas de planejamento e gestão.
Penalizar o motorista em seu salário por atrasos é um estímulo à agressividade no trânsito e a uma disputa por espaço que acaba justificando sinais vermelhos furados ou transitar em velocidade acima da máxima permitida.
Problemas de atraso se resolvem com mais ônibus circulando nas principais linhas. O mesmo vale para reduzir filas e ônibus lotados.
A situação só se agrava com a total falta de preparo desse pessoal. Motoristas de ônibus devem ter a completa noção de que transportam vidas e de que transporte público é parte do trânsito. Entretanto, os motoristas profissionais – que deveriam ser exemplos de civilidade – são na verdade uma ameaça ambulante.
Faz-se urgente uma requalificação desses profissionais – com cursos e palestras. Algumas delas com foco especial na bicicleta que, sim, ao contrário do que muitos motoristas pensam, também fazem parte do trânsito.
O desconto do salário é uma medida punitiva legítima e eficaz apenas quando houver o descumprimento da legislação de trânsito – o que inclui jogar um ônibus sobre dezenas de ciclistas que trafegam sobre uma ciclofaixa.
A questão só será resolvida com reforço nas áreas de educação, fiscalização e punição. Apenas em uma sociedade onde impera a barbárie é que alguns segundos justificam a perda de vidas humanas.
Vistoria da Ciclofaixa


Não vou me estender muito na questão. A vistoria na ciclofaixa da Marechal pela Bicicletada provou que este blog estava errado. Ao contrário do informado, a largura mínima verificada no local não é de 75 centímetros. É, sim, de 73 cm – medido e constatado pelos ciclistas com fitas métricas e trenas.
A experiência da Bicicletada provou que a via é sim insegura e muito estreita– opinião de 10 em cada 10 ciclistas que estiveram no local. Provou também que não basta apenas controlar a velocidade lindeira (o que também é necessário). Para evitar acidentes graves no local, será preciso, sim, refazer a obra já executada, implantando uma faixa de, pelo menos, 1 metro de largura de área útil.



Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades

24/01/2012

Curitiba e São Paulo Criam Projetos para Bicicletas



24.01.12
Fonte: PINI web

Capital paulista terá bicicletário e ciclovia de 7 km na zona Sul. Já Curitiba instalará paraciclos no centro da cidade

O poder público de São Paulo e Curitiba está criando infraestrutura urbana para bicicletas, ainda que sem propor um plano central para estimular o uso do veículo.

Em São Paulo, a Companhia de Habitação (Cohab) construirá um bicicletário anexo à estação de trem José Bonifácio, na zona Sul da cidade. O objetivo é incentivar o uso do transporte não motorizado pelos moradores de um novo empreendimento e não precisar criar garagens, para permitir maior densidade. Também será construída uma ciclovia de 7 km que passa pelos dois pontos.

O escritório de arquitetura TC Urbes projetou a ciclovia e o bicicletário, com aberturas no fechamento - segundo os arquitetos, uma maneira de expressar o contato mais próximo da cidade trazido pela bicicleta. Com volumetria oval, o edifício tem cobertura verde, claraboia central e domos na laje do primeiro pavimento que funcionam como bancos. O segundo pavimento tem cobertura metálica.

Abaixo da claraboia ficam um jardim e oficina mecânica. As bicicletas ficam estacionadas ao redor do espaço central nos dois pavimentos, que são ligados por uma rampa. Os arquitetos especificaram paraciclos sobrepostos, o que permite estacionar 888 bicicletas em 708 m² de área coberta.

O projeto transforma a torre da caixa d'água da estação em painel eletrônico que indica as horas e a quantidade de vagas para estacionamento. Para o arquiteto Ricardo Corrêa, autor do projeto, essa é uma maneira de atribuir sofisticação ao uso de bicicletas.
Na entrada do bicicletário, próxima à estação, estão alocados seguranças, a área administrativa e cozinha - idealizada para trabalhadores que saem de casa cedo sem tomar café da manhã.  A Cohab pretende construir o bicicletário até o segundo semestre.

Já em Curitiba, a prefeitura instala até março oito paraciclos projetados pelo setor de mobiliário urbano do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC) para o centro da cidade.
Paraciclos serão instalados em sete pontos de Curitiba

A arquiteta Ana Cristina Gomes criou o paraciclo com base em sugestões de ciclistas da cidade. Feito de ferro galvanizado em formato de arco, cada peça permite trancar ao mesmo tempo as rodas e quadro de dez bicicletas. A cor forte evita que o mobiliário passe despercebido na paisagem urbana.

 Os primeiros paraciclos serão construídos até março pela empresa Kokot e Irmãos Ltda. A Secretaria Municipal de Obras Públicas investiu R$ 31 mil na construção.

Os equipamentos serão colocados em sete pontos da cidade, escolhidos pelo IPPUC em função da proximidade ao comércio e de pontos culturais: Praças Osório, Zacarias, Tiradentes e Café do Estudante (Praça Leonor Twardowski), Prefeitura, Assembleia Legislativa do Paraná e Câmara Municipal de Vereadores. Para evitar roubo, o mobiliário ficará próximo a câmeras de segurança.


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15/01/2012

Estrada da Anhaia

15.01.12
Fonte: g1.globo.com/


"Estrada da Anhaia permanece como rota alternativa entre Curitiba e litoral.
Trajeto faz parte dos 3 caminhos históricos ao lado da Graciosa e do Itupava.
Descida íngreme e belezas naturais atraem principalmente ciclistas.

A capela utilizada pelos tropeiros permanece
aberta (Foto: Divulgação/Priscila Forone)
A Estrada da Anhaia é um dos três caminhos históricos das tropas no Paraná. Ao lado de rotas mais conhecidas, como a Estrada da Graciosa e o Caminho do Itupava, esta era uma das opções que ligava o litoral do estado, partindo de Morretes, à região de Curitiba.

Com as estradas, em particular a BR-277, a Anhaia (também conhecida como Nhanha) passou a ser um reduto turístico que atrai principalmente ciclistas. Eles aproveitam o trajeto íngreme de descida para fazer rotas. Belezas naturais como o Salto da Fortuna (queda d'água de 40 metros), o Parque Estadual do Pau Oco, e alambiques históricos também são atrativos da Nhanha.
Alternativa
A Anhaia é o que restou do Caminho do Arraial, primeira ligação entre o litoral e o planalto, estabelecida no final do século XVI. Enquanto o Itupava era utilizado para cargas mais leves, devido à inclinação da serra, a Graciosa recebia os viajantes de cargas pesadas. Para fugir do movimento, caçadores do litoral utilizavam a Anhaia como alternativa para carregar caças de grande porte, como antas e veados.
O nome Anhaia vem de um distrito do município de Morretes, onde a descida da serra termina e havia uma capela utilizada pelos tropeiros e caçadores para a oração antes da subida. Tanto a capela quanto alguns alambiques antigos ainda são encontrados na região.
Salto da Fortuna é uma queda d'água de 40
metros (Foto: Divulgação/Priscila Forone)
Como chegar
A descida da Anhaia começa na altura do km 41 da BR-277, em São José dos Pinhais, pouco após o Viaduto dos Padres. Ao contrário do Itupava e da Graciosa, esta rota não recebeu pavimentação, mas permite que a descida seja feita de carro. No entanto, a bicicleta é a principal opção daqueles que desejam aproveitar a natureza.
Ciclismo
A estrada do Anhaia é a preferida dos ciclistas para a prática do chamado “Downhill”. A descida de 3,5 km é feita entre 10 e 15 minutos, e desce aproximadamente 700 metros da Serra do Mar. “A descida é muito forte, então para quem gosta de um desafio é fantástica”, conta o engenheiro Laércio Kazmierczak, de 44 anos.
Laércio percorre a estrada frequentemente na companhia de outros ciclistas. Ele diz que o caminho é ótimo para treinamentos, e ressalta o fato de ela ter menos movimento que outras descidas históricas da região. “O Caminho do Itupava é mais voltado para o Trekking , a caminhada. Já na Estrada da Graciosa você desce pedalando, mas tem um problema sério que nunca consegue pegar ela sem carros”, contou ao G1.
Pelas características destacadas, a trilha não é indicada para iniciantes. Laércio recomenda cautela no trecho para aqueles que não estão familiarizados com a descida. “Tem muita curva fechada. Se o cara não tiver muita técnica pode passar reto em uma curva e catar mato lá”, disse."

Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades
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