Busca no Blog

Mostrando postagens com marcador Ciclovias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ciclovias. Mostrar todas as postagens

03/02/2012

Pedalada Parque São José dos Pinhais - Zoológico



Ficha Técnica
Extensão (ida e volta): 16,8km
Nível: Fácil
Elevação mín: 854 metros, máx: 898 metros
Altura acum. subida: 146 metros, descida: 166 metros
Ponto de origem e retorno: Av. das Torres, próximo ao portal de São José dos Pinhais.

Uma pedalada prazerosa e tranquila que pode ser feita em apenas 90 minutos.
Existe também a possibilidade de fazer uma caminhada, recomendo o trecho que vai da Av. das Torres até a Av. Marechal



Histórico

Parque Iguaçu / Zoológico
O Parque Iguaçu foi implantado a partir de 1976, na região sudeste de Curitiba, para preservar os fundos de vale do Rio Iguaçu, o mais importante do Paraná. Tem 14 km de extensão, uma largura média de 571m e uma área de aproximadamente 569 mil m². Possui diversos setores: esportivo (peladeiro e beisebol), náutico, zoológico e bosques que preservam a vegetação típica das várzeas, capões de pinheiros e mata nativa, além de um santuário ecológico (reserva biológica).
Entregue aos curitibanos em 1982, o Zoológico Municipal, que ocupa 530.000 m2 do Parque Municipal do Iguaçu, foi criado para acolher os grandes animais, até então confinados no Passeio Público, em pleno centro da cidade, propiciar condições de reprodução para os animais nativos e ainda servir de porto seguro para as aves migratórias. Ali, hoje, convivem mais de 1000 animais de 80 espécies, com todas as condições de preservação, num habitat muito próximo ao natural.

Parque São José dos Pinhais
Inaugurado em 5 de Junho de 2011 o município de São José dos Pinhais conquistou o termo de cessão de uso de parte da área do Parque Metropolitano do Iguaçu no dia 1º de Junho de 2010, no trecho compreendido entre a Avenida das Torres, a Marechal Floriano Peixoto o Rio Iguaçu e o Canal Extravasor.
A partir do termo, o município se encarrega de realizar a implantação de acessórios e equipamentos públicos no local, bem como a vigilância, guarda, administração, preservação e manutenção da área. O parque estadual estava sob a gerência da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Urbano (Sedu).
A parte da área cedida do Parque Metropolitano do Iguaçu denomina-se Parque São José dos Pinhais e conta, atualmente, com nove churrasqueiras, um campo de futebol, quatro canchas esportivas de areia, quatro canchas de vôlei de areia, um conjunto para alongamento, uma choupana, trecho de ciclovia, bancos de madeira e lixeiras.
O termo prevê a instalação de novos equipamentos como estufa para abrigar o Horto Municipal, banheiros públicos, lixeiras, placas indicativas, parque infantil, academia ao ar livre e reconstrução de ponte sobre o dreno, via parque, além da arborização do local com espécies nativas.

Fotos

Entrada do Parque pela Av. das Torres
Pista de Cooper / Ciclismo

Lago
Quiosques com Churrasqueiras
Encontro das Águas Belém e Iguaçu
Obras de Desassoreamento


Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades
montanhoso.blogspot.com

30/01/2012

Ônibus Invade Ciclofaixa Durante Bicicletada em Curitiba


27.01.12

A primeira Bicicletada de Curitiba em 2012 pedalou 20 quilômetros para uma vistoria na ciclofaixa da Marechal Floriano. No trajeto, os ciclistas enfrentaram três momentos de conflito; todos eles envolvendo ônibus do sistema público de transporte.
A situação reflete a realidade enfrentada no dia a dia de quem usa a bicicleta como meio de transporte – e ajuda a explicar fatalidades como a quevitimou o ciclista Edimar Nascimento, há exatamente uma semana.
O caso mais grave ocorreu justamente no trecho mais estreito da ciclofaixa, em que a largura da área útil (faixa vermelha) varia entre 73 centímetros e 75 centímetros.
Um caminhão estava estacionado em fila dupla, fazendo a manutenção da fiação elétrica. Neste momento, um motorista do Ligeirinho não quis saber de esperar, invadiu a ciclofaixa com duas rodas e tocou o veículo de 10 toneladas sobre os ciclistas, que trafegavam em fila indiana.
"Tenho que cumprir meu horário”, justificou o motorista da linha Boqueirão Centro Cívico -- veículo EL 300 placa AUL-6039 -- , quando questionado por um dos ciclistas, que pedia calma e paciência. A frase é reveladora e mostra que não basta apenas mirar no motorista -- que sim, é um mentecapto – mas é também o elo mais frágil de um sistema alimentado por uma lógica perversa.
A questão toda começa com a própria estrutura do sistema de transporte curitibano, que penaliza o elo mais fraco – e mais ignorante – e terceiriza a responsabilidade por falhas de planejamento e gestão.
Penalizar o motorista em seu salário por atrasos é um estímulo à agressividade no trânsito e a uma disputa por espaço que acaba justificando sinais vermelhos furados ou transitar em velocidade acima da máxima permitida.
Problemas de atraso se resolvem com mais ônibus circulando nas principais linhas. O mesmo vale para reduzir filas e ônibus lotados.
A situação só se agrava com a total falta de preparo desse pessoal. Motoristas de ônibus devem ter a completa noção de que transportam vidas e de que transporte público é parte do trânsito. Entretanto, os motoristas profissionais – que deveriam ser exemplos de civilidade – são na verdade uma ameaça ambulante.
Faz-se urgente uma requalificação desses profissionais – com cursos e palestras. Algumas delas com foco especial na bicicleta que, sim, ao contrário do que muitos motoristas pensam, também fazem parte do trânsito.
O desconto do salário é uma medida punitiva legítima e eficaz apenas quando houver o descumprimento da legislação de trânsito – o que inclui jogar um ônibus sobre dezenas de ciclistas que trafegam sobre uma ciclofaixa.
A questão só será resolvida com reforço nas áreas de educação, fiscalização e punição. Apenas em uma sociedade onde impera a barbárie é que alguns segundos justificam a perda de vidas humanas.
Vistoria da Ciclofaixa


Não vou me estender muito na questão. A vistoria na ciclofaixa da Marechal pela Bicicletada provou que este blog estava errado. Ao contrário do informado, a largura mínima verificada no local não é de 75 centímetros. É, sim, de 73 cm – medido e constatado pelos ciclistas com fitas métricas e trenas.
A experiência da Bicicletada provou que a via é sim insegura e muito estreita– opinião de 10 em cada 10 ciclistas que estiveram no local. Provou também que não basta apenas controlar a velocidade lindeira (o que também é necessário). Para evitar acidentes graves no local, será preciso, sim, refazer a obra já executada, implantando uma faixa de, pelo menos, 1 metro de largura de área útil.



Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades

24/01/2012

Curitiba e São Paulo Criam Projetos para Bicicletas



24.01.12
Fonte: PINI web

Capital paulista terá bicicletário e ciclovia de 7 km na zona Sul. Já Curitiba instalará paraciclos no centro da cidade

O poder público de São Paulo e Curitiba está criando infraestrutura urbana para bicicletas, ainda que sem propor um plano central para estimular o uso do veículo.

Em São Paulo, a Companhia de Habitação (Cohab) construirá um bicicletário anexo à estação de trem José Bonifácio, na zona Sul da cidade. O objetivo é incentivar o uso do transporte não motorizado pelos moradores de um novo empreendimento e não precisar criar garagens, para permitir maior densidade. Também será construída uma ciclovia de 7 km que passa pelos dois pontos.

O escritório de arquitetura TC Urbes projetou a ciclovia e o bicicletário, com aberturas no fechamento - segundo os arquitetos, uma maneira de expressar o contato mais próximo da cidade trazido pela bicicleta. Com volumetria oval, o edifício tem cobertura verde, claraboia central e domos na laje do primeiro pavimento que funcionam como bancos. O segundo pavimento tem cobertura metálica.

Abaixo da claraboia ficam um jardim e oficina mecânica. As bicicletas ficam estacionadas ao redor do espaço central nos dois pavimentos, que são ligados por uma rampa. Os arquitetos especificaram paraciclos sobrepostos, o que permite estacionar 888 bicicletas em 708 m² de área coberta.

O projeto transforma a torre da caixa d'água da estação em painel eletrônico que indica as horas e a quantidade de vagas para estacionamento. Para o arquiteto Ricardo Corrêa, autor do projeto, essa é uma maneira de atribuir sofisticação ao uso de bicicletas.
Na entrada do bicicletário, próxima à estação, estão alocados seguranças, a área administrativa e cozinha - idealizada para trabalhadores que saem de casa cedo sem tomar café da manhã.  A Cohab pretende construir o bicicletário até o segundo semestre.

Já em Curitiba, a prefeitura instala até março oito paraciclos projetados pelo setor de mobiliário urbano do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC) para o centro da cidade.
Paraciclos serão instalados em sete pontos de Curitiba

A arquiteta Ana Cristina Gomes criou o paraciclo com base em sugestões de ciclistas da cidade. Feito de ferro galvanizado em formato de arco, cada peça permite trancar ao mesmo tempo as rodas e quadro de dez bicicletas. A cor forte evita que o mobiliário passe despercebido na paisagem urbana.

 Os primeiros paraciclos serão construídos até março pela empresa Kokot e Irmãos Ltda. A Secretaria Municipal de Obras Públicas investiu R$ 31 mil na construção.

Os equipamentos serão colocados em sete pontos da cidade, escolhidos pelo IPPUC em função da proximidade ao comércio e de pontos culturais: Praças Osório, Zacarias, Tiradentes e Café do Estudante (Praça Leonor Twardowski), Prefeitura, Assembleia Legislativa do Paraná e Câmara Municipal de Vereadores. Para evitar roubo, o mobiliário ficará próximo a câmeras de segurança.


Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...