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03/11/2012

Parque Lago Azul - Ganchinho

Conheça Curitiba e Região / Parques


Parque Lago Azul


Histórico
O Parque Lago Azul possui área de 128.500 metros quadrados, antiga propriedade da família Segalla, era usada nas décadas de 1960 e 1970 como parque particular e uma das poucas opções de lazer em área aberta da cidade. Com o tempo foi perdendo a função. A Prefeitura adquiriu a área no fim de 2007 e transformou em parque público.
A entrada do parque é marcada por um portal, e logo em seguida fica o estacionamento, que tem vagas para deficientes físicos e idosos, além de canchas de vôlei e de futebol e módulo da Guarda Municipal que funciona dentro do parque.
Um mirante de madeira no ponto mais alto do parque proporciona vista geral do lago. Para chegar até o mirante o visitante caminha pela trilha dentro do bosque.
O parque conta com calçadas de paver (blocos de cimento intertravados) que garantem acessibilidade e drenagem na área pavimentada.
O campo de futebol suíço, que fica atrás do módulo da Guarda, tem uso controlado. Os interessados podem agendar o campo diretamente no Departamento de Parques e Praças pelo telefone.
Oferece também Pracinha de Água para as crianças com piso de cimento e coberta com uma lâmina de água rasas oito churrasqueiras e trilha.
É administrado pela Prefeitura Municipal de Curitiba.


Opinião
Estive lá hoje, pela terceira vez, e finalmente resolvi caminhar pelo parque e documentar com fotos pra compartilhar aqui no blog. Como das vezes anteriores fomos de bicicleta, eu e meu irmão Atla. O bicicletário parece ser seguro, afinal de contas fica ao lado do posto da Guarda Municipal, mas como é bom prevenir recomendo que acorrentem as bikes.
A estrutura é bacana e o lugar é realmente bonito. Os quiosques são bem organizados e ao seu redor existem hastes com ganchos pra esticar as redes e curtir uma soneca. Uma das duas canchas de areia tem postes pra armar rede de vôlei (até me deu vontade de reunir uma turma...). Existe também um playground pra criançada e uma das famosas academias ao ar livre. Uma ótima notícia, o banheiro é bem limpinho.
Infelizmente, como em todos os outros parques de Curitiba, o problema é o lixo e o mau cheiro da água. Creio que a questão do lixo tenha evoluido muito e em breve teremos pessoas cada vez mais conscientes. Já o mau cheiro da água é por conta dos esgotos sem tratamento que envenenam nossos rios. De um ponto de vista, talvez demasiadamente simplista, o ponta pé inicial deveria ser a fiscalização das redes de esgoto, a fim de eliminar as ligações clandestinas na rede de água pluvial e, em paralelo com projetos de saneamento básico nas comunidades ribeirinhas de ocupação irregular.
De um modo geral gostei muito do parque e dou os parabéns aos seu idealizadores!


Como Chegar

Fotos

Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades

03/09/2012

Pedalada Estrada Ganchinho / Gerê - 47 km

01.09.12



Ficha Técnica
Extensão: Aproximadamente 47 km;
Nível: Fácil - Moderado;
Ponto de origem e retorno: Estrada do Ganchinho - Curitiba - PR.

Pontos de interesse:
- Parque do Lago Azul;
- Ponte sobre o rio Iguaçu;
- Volks Audi;
- BR 376;
- Viaduto Contorno Leste.

Parque do Lago Azul

Atla, Cristiano, Anderson e Claro da esquerda pra direita

Hora do recreio kkk

Ponte sobre o rio Iguaçu

Percurso


Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades

13/03/2012

II Pedalada Alternativa Bike - Caminho do Vinho


Exibir mapa ampliado

10.03.12


Ficha Técnica
Dificuldade: Moderado (Não recomendado a iniciantes)
Principal Dificuldade: Muita, mas muita subida
Distância Percorrida: 55km

Trajeto: Av. Salgado Filho / Av. das Torres / BR-376 / R. João Zarpelon / R. João Bortolan / BR-277

Indispensável: - Bicicleta ahaha; Capacete; Kit ferramentas e remendo pneu; Lanche; Protetor solar; Óculos
Recomendável: Bicicleta com suspensão; kit primeiros socorros


O ponto de encontro foi no portal de São José dos Pinhais, iniciamos a pedalada 7:45h eu, o Pedro Ernesto e o Marcelo Miguel.
Não gosto de pedalar na Av. das Torres, não tem acostamento e os motoristas não respeitam a distância mínima. Mas depois que passa o portal do caminho do vinho a pedalada fica agradável.

Tem um bom trecho de paralelepípedos e depois a estrada é de terra e cheia de subidas.



No meio do caminho encontramos com outro grupo de ciclistas que estavam fazendo o mesmo trajeto que a gente, mas em um ritmo muito mais acelerado.


O dia estava ensolarado e aproveitamos pra dar um mergulho em um riozinho próximo a estrada. Foi a melhor ideia que tivemos rs


Antes de voltar a pedalar tivemos que trocar a câmara do pneu do Marcelo que estava vazando pelo bico.

Quase chegando na BR-277, após passar uma pedreira, desviamos nosso trajeto pra comprar granola. Comemos um bolo espetacular hehe

Chegamos ao SAU - Serviço de Atendimento ao Usuário por volta de 12h. Aproveitei pra tomar um cafézinho


Estavamos discutindo sobre a origem destes OVNI's e concluimos que são de Vênus e Júpiter (da esquerda pra direita) kkkkkkkkkkkk




A  volta pela BR-277 foi bem tranquila, mesmo com a alta temperatura.



Esse foi o ponto onde eu eo Pedro saímos da BR. O Marcelo ainda precisa pedalar mais alguns km pra chegar em casa.
Antes das 13h já estava em minha casa, ou seja, levamos 5 horas no total.

Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades



03/02/2012

Pedalada Parque São José dos Pinhais - Zoológico



Ficha Técnica
Extensão (ida e volta): 16,8km
Nível: Fácil
Elevação mín: 854 metros, máx: 898 metros
Altura acum. subida: 146 metros, descida: 166 metros
Ponto de origem e retorno: Av. das Torres, próximo ao portal de São José dos Pinhais.

Uma pedalada prazerosa e tranquila que pode ser feita em apenas 90 minutos.
Existe também a possibilidade de fazer uma caminhada, recomendo o trecho que vai da Av. das Torres até a Av. Marechal



Histórico

Parque Iguaçu / Zoológico
O Parque Iguaçu foi implantado a partir de 1976, na região sudeste de Curitiba, para preservar os fundos de vale do Rio Iguaçu, o mais importante do Paraná. Tem 14 km de extensão, uma largura média de 571m e uma área de aproximadamente 569 mil m². Possui diversos setores: esportivo (peladeiro e beisebol), náutico, zoológico e bosques que preservam a vegetação típica das várzeas, capões de pinheiros e mata nativa, além de um santuário ecológico (reserva biológica).
Entregue aos curitibanos em 1982, o Zoológico Municipal, que ocupa 530.000 m2 do Parque Municipal do Iguaçu, foi criado para acolher os grandes animais, até então confinados no Passeio Público, em pleno centro da cidade, propiciar condições de reprodução para os animais nativos e ainda servir de porto seguro para as aves migratórias. Ali, hoje, convivem mais de 1000 animais de 80 espécies, com todas as condições de preservação, num habitat muito próximo ao natural.

Parque São José dos Pinhais
Inaugurado em 5 de Junho de 2011 o município de São José dos Pinhais conquistou o termo de cessão de uso de parte da área do Parque Metropolitano do Iguaçu no dia 1º de Junho de 2010, no trecho compreendido entre a Avenida das Torres, a Marechal Floriano Peixoto o Rio Iguaçu e o Canal Extravasor.
A partir do termo, o município se encarrega de realizar a implantação de acessórios e equipamentos públicos no local, bem como a vigilância, guarda, administração, preservação e manutenção da área. O parque estadual estava sob a gerência da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Urbano (Sedu).
A parte da área cedida do Parque Metropolitano do Iguaçu denomina-se Parque São José dos Pinhais e conta, atualmente, com nove churrasqueiras, um campo de futebol, quatro canchas esportivas de areia, quatro canchas de vôlei de areia, um conjunto para alongamento, uma choupana, trecho de ciclovia, bancos de madeira e lixeiras.
O termo prevê a instalação de novos equipamentos como estufa para abrigar o Horto Municipal, banheiros públicos, lixeiras, placas indicativas, parque infantil, academia ao ar livre e reconstrução de ponte sobre o dreno, via parque, além da arborização do local com espécies nativas.

Fotos

Entrada do Parque pela Av. das Torres
Pista de Cooper / Ciclismo

Lago
Quiosques com Churrasqueiras
Encontro das Águas Belém e Iguaçu
Obras de Desassoreamento


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montanhoso.blogspot.com

24/01/2012

Curitiba e São Paulo Criam Projetos para Bicicletas



24.01.12
Fonte: PINI web

Capital paulista terá bicicletário e ciclovia de 7 km na zona Sul. Já Curitiba instalará paraciclos no centro da cidade

O poder público de São Paulo e Curitiba está criando infraestrutura urbana para bicicletas, ainda que sem propor um plano central para estimular o uso do veículo.

Em São Paulo, a Companhia de Habitação (Cohab) construirá um bicicletário anexo à estação de trem José Bonifácio, na zona Sul da cidade. O objetivo é incentivar o uso do transporte não motorizado pelos moradores de um novo empreendimento e não precisar criar garagens, para permitir maior densidade. Também será construída uma ciclovia de 7 km que passa pelos dois pontos.

O escritório de arquitetura TC Urbes projetou a ciclovia e o bicicletário, com aberturas no fechamento - segundo os arquitetos, uma maneira de expressar o contato mais próximo da cidade trazido pela bicicleta. Com volumetria oval, o edifício tem cobertura verde, claraboia central e domos na laje do primeiro pavimento que funcionam como bancos. O segundo pavimento tem cobertura metálica.

Abaixo da claraboia ficam um jardim e oficina mecânica. As bicicletas ficam estacionadas ao redor do espaço central nos dois pavimentos, que são ligados por uma rampa. Os arquitetos especificaram paraciclos sobrepostos, o que permite estacionar 888 bicicletas em 708 m² de área coberta.

O projeto transforma a torre da caixa d'água da estação em painel eletrônico que indica as horas e a quantidade de vagas para estacionamento. Para o arquiteto Ricardo Corrêa, autor do projeto, essa é uma maneira de atribuir sofisticação ao uso de bicicletas.
Na entrada do bicicletário, próxima à estação, estão alocados seguranças, a área administrativa e cozinha - idealizada para trabalhadores que saem de casa cedo sem tomar café da manhã.  A Cohab pretende construir o bicicletário até o segundo semestre.

Já em Curitiba, a prefeitura instala até março oito paraciclos projetados pelo setor de mobiliário urbano do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC) para o centro da cidade.
Paraciclos serão instalados em sete pontos de Curitiba

A arquiteta Ana Cristina Gomes criou o paraciclo com base em sugestões de ciclistas da cidade. Feito de ferro galvanizado em formato de arco, cada peça permite trancar ao mesmo tempo as rodas e quadro de dez bicicletas. A cor forte evita que o mobiliário passe despercebido na paisagem urbana.

 Os primeiros paraciclos serão construídos até março pela empresa Kokot e Irmãos Ltda. A Secretaria Municipal de Obras Públicas investiu R$ 31 mil na construção.

Os equipamentos serão colocados em sete pontos da cidade, escolhidos pelo IPPUC em função da proximidade ao comércio e de pontos culturais: Praças Osório, Zacarias, Tiradentes e Café do Estudante (Praça Leonor Twardowski), Prefeitura, Assembleia Legislativa do Paraná e Câmara Municipal de Vereadores. Para evitar roubo, o mobiliário ficará próximo a câmeras de segurança.


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15/01/2012

Estrada da Anhaia

15.01.12
Fonte: g1.globo.com/


"Estrada da Anhaia permanece como rota alternativa entre Curitiba e litoral.
Trajeto faz parte dos 3 caminhos históricos ao lado da Graciosa e do Itupava.
Descida íngreme e belezas naturais atraem principalmente ciclistas.

A capela utilizada pelos tropeiros permanece
aberta (Foto: Divulgação/Priscila Forone)
A Estrada da Anhaia é um dos três caminhos históricos das tropas no Paraná. Ao lado de rotas mais conhecidas, como a Estrada da Graciosa e o Caminho do Itupava, esta era uma das opções que ligava o litoral do estado, partindo de Morretes, à região de Curitiba.

Com as estradas, em particular a BR-277, a Anhaia (também conhecida como Nhanha) passou a ser um reduto turístico que atrai principalmente ciclistas. Eles aproveitam o trajeto íngreme de descida para fazer rotas. Belezas naturais como o Salto da Fortuna (queda d'água de 40 metros), o Parque Estadual do Pau Oco, e alambiques históricos também são atrativos da Nhanha.
Alternativa
A Anhaia é o que restou do Caminho do Arraial, primeira ligação entre o litoral e o planalto, estabelecida no final do século XVI. Enquanto o Itupava era utilizado para cargas mais leves, devido à inclinação da serra, a Graciosa recebia os viajantes de cargas pesadas. Para fugir do movimento, caçadores do litoral utilizavam a Anhaia como alternativa para carregar caças de grande porte, como antas e veados.
O nome Anhaia vem de um distrito do município de Morretes, onde a descida da serra termina e havia uma capela utilizada pelos tropeiros e caçadores para a oração antes da subida. Tanto a capela quanto alguns alambiques antigos ainda são encontrados na região.
Salto da Fortuna é uma queda d'água de 40
metros (Foto: Divulgação/Priscila Forone)
Como chegar
A descida da Anhaia começa na altura do km 41 da BR-277, em São José dos Pinhais, pouco após o Viaduto dos Padres. Ao contrário do Itupava e da Graciosa, esta rota não recebeu pavimentação, mas permite que a descida seja feita de carro. No entanto, a bicicleta é a principal opção daqueles que desejam aproveitar a natureza.
Ciclismo
A estrada do Anhaia é a preferida dos ciclistas para a prática do chamado “Downhill”. A descida de 3,5 km é feita entre 10 e 15 minutos, e desce aproximadamente 700 metros da Serra do Mar. “A descida é muito forte, então para quem gosta de um desafio é fantástica”, conta o engenheiro Laércio Kazmierczak, de 44 anos.
Laércio percorre a estrada frequentemente na companhia de outros ciclistas. Ele diz que o caminho é ótimo para treinamentos, e ressalta o fato de ela ter menos movimento que outras descidas históricas da região. “O Caminho do Itupava é mais voltado para o Trekking , a caminhada. Já na Estrada da Graciosa você desce pedalando, mas tem um problema sério que nunca consegue pegar ela sem carros”, contou ao G1.
Pelas características destacadas, a trilha não é indicada para iniciantes. Laércio recomenda cautela no trecho para aqueles que não estão familiarizados com a descida. “Tem muita curva fechada. Se o cara não tiver muita técnica pode passar reto em uma curva e catar mato lá”, disse."

Montanhoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades
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