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09/01/2012

Jovem Fica Presa Pelo Cabelo ao Fazer Rapel

07/01/2012
Fonte:
G1 PR

Resgate

"Uma jovem, de 19 anos, ficou presa pelos cabelos quando fazia rapel no Morro do Vigia, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, neste sábado (7). Um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal foi utilizado para o resgate que também contou com dois bombeiros do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST). A jovem não se machucou.
Em entrevista ao G1, o policial rodoviário Lair Lopes da Costa, que participou do resgate, afirmou que a jovem estava a cerca de 30 metros de altura. O cabelo ficou preso no freio 8, que é um equipamento onde se passa a corda para a prática de rapel. “Ela não conseguia descer nem subir”, explicou o policial.
Para retirar a garota, um dos bombeiros fez um rapel até a altura onde ela estava e, ao  suspender a jovem e aliviar a tensão na corda, conseguiu soltar o cabelo dela. A garota desceu também por rapel, desta vez pela corda do bombeiro.
 A jovem estava de cabelo solto e não usava capacete, uma condição contrária à recomendada por policiais e bombeiros. “A pessoa precisa estar habilitada, ter passado por algum treinamento ou curso, atentar para os equipamentos de segurança, usar capacete e, no caso das mulheres, prender o cabelo”, orientou o policial Costa. Ele lembrou ainda que é importante informar familiares ou amigos o local exato onde a pessoa vai fazer o rapel.
 A jovem estava com um grupo de amigos e permaneceu no local depois do resgate. O Morro do Vigia tem aproximadamente 1.300 metros de altura."



Montahoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades

30/08/2011

2º Evento Iniciantes Montanhoso - Morro do Canal

Pagina Inicial
28.08.11

Montanhoso faz presença notável no Morro do Canal
Entre 40 e 50 pessoas participaram do 2º Evento para Iniciantes Montanhoso

Agradecimento especial:
Felipe, Eric, Jean
e minha namorada Cricia que vem me apoiando e perdoando pelos fds que passo sem ela!!!

Como de costume o ponto de encontro foi no estacionamento do Mercadorama da Silva Jardim ás 9h. Fiquei impressionado com a quantidade de montanhosos que já nos aguardavam ali. Conforme o programado saímos as 09h10min e seguimos pela BR-277 até o último contorno antes da praça de pedágio, pegando a estrada do Caminho do Trentino (clique aqui para fazer o download do mapa de acesso, arquivo em kml para visualização no Google Earth). A estrada por si só já é um passeio a parte, com várias propriedades de fazer inveja, uma vila no estilo colonial e, é claro, a vista do morro do canal contrastando com a represa Caiguava.
Chegamos à Chácara do Zezinho por volta de 10h30min, depois de pagar a modesta quantia de R$ 3,00 por carro, estacionamos os carros e alguns, principalmente eu rs, aproveitaram pra comer alguma coisa na lanchonete, como sou light comi um risólis de carne ahaha. Como dizia Chico Science: Com o bucho mais cheio comecei a pensar... estava faltando gente, mas como eram vários carros não lembrava exatamente quem. Depois de tirar algumas fotos com a galera chegaram os dois veículos faltantes. Pronto o grupo estava competo.

Iniciamos a subida com o Atla, Heder e Ronaldo na dianteira, Thiago na intermediária e eu na retaguarda, para auxiliar quem precisasse (os iniciantes pareciam veteranos, ninguém precisou de ajuda). Fiquei muito emocionado ao ver que um deles, o Felipe, sofre de deficiência física. Eu e o Eric o ajudamos a subir até onde ele suportou, impressionante a garra e o espírito aventureiro dele, muitos saudáveis preferem ficar em casa assistindo TV.

Quando cheguei ao cume encontrei com meus irmãos Fernando e Bonny e minhas sobrinhas Ingridy e Fernanda. Detalhe é que o Bonny e a Indridy têm 12 anos e a Fernandinha apenas 9 e já são veteranos, com alguns cumes no currículo rs.
Depois do descanso merecido, lanches e muitos, mas muitos flesh´s, iniciamos a descida, tão tranqüila quanto a subida, novamente fiquei por último para ter certeza de que todos haviam descido em segurança. Mais uma surpresa, encontramos com o Jean a poucos metros do cume, ele tinha ido de bike e teve o pneu furado duas vezes na estradinha de terra, guerreiro. Não desistiu e mesmo com o pneu, hora cheio, hora murcho, chegou até a chácara para nos encontrar. Muitos teriam voltado pra casa, mas não ele.

De volta à lanchonete... todos estavam satisfeitos. O dia não poderia ter sido melhor, não choveu. E como comentou minha amiga Josiane Butenas: São Pedro é amigo dos montanhistas. Fiquei muito feliz em ver que todos gostaram e estão ansiosos para o próximo evento.

Gostaria de lembrar o nome de todos para agradecer, mas infelizmente será impossível, então vai o meu muito obrigado a todos que participaram e tornaram este evento o sucesso que foi!!!

Gostou? Quer participar do grupo? Anota ai:








Montahoso, Subindo Montanhas e Conquistando Amizades

08/11/2010

Morro do Canal


Já estava me sentindo deprimido. Não fazia nenhuma trilha desde setembro, quando realizamos a travessia pelos platôs da serra geral.
Na sexta feira, dia 08.11.10, o Elder (que vcs irão conhecer em outros relatos) perguntou se eu estava a fim de ir com ele levar um grupo de 12 pessoas para subir o Pão de Loth no domingo. Meu "desespero" era tanto que nem pensei pra responder, topei na hora.


Já tinha tudo em mente, subir o Morro do Canal no sábado e no domingo subir o Pão de Loth. Quando cheguei em casa dei uma olhada no Climatempo, a previsão era das piores pra sábado mas, pelo menos, pra domingo era bom. Já havia desistido da idéia de subir o Morro do Canal, por isso acordei lá pelas 10h no sábado. Meu sexto sentido dizia que o tempo estava aberto, corri pra fora de casa sem nem lavar o rosto, mal conseguia olhar o céu, mas não chovia e estava bem claro. Entrei em casa e fui acordando o Atla e o Bonny, meus irmãos. Detalhe, como já tinha desistido da idéia nem comentei nada com o Atla na noite anterior, mas ele topou de imediato.
Represa Caiguava (Piraquara)
Para o Atla, embora seja uma trilha com pouca dificuldade, tinha um gostinho especial, ele ainda estava se recuperando de um acidente de moto onde fraturou o fêmur. Esse seria seu RETORNO TRIUNFANTE. Para o Bonny, que tem apenas 10 anos, seria a confirmação.
Saímos de casa às 11h da manhã, passamos em uma padaria para comprar lanche pra trilha e seguimos rumo ao Morro do Canal. Iniciamos o trekking 12:40, o tempo estava bom e consegui atingir meu objetivo, bati algumas fotos do Anhangava e da serra do Marumbi. Pouco antes das 15:30 já estávamos na chácara tomando uma coca extremamente gelada. O Atla estava se sentindo um herói de guerra e o Bonny estava com panca de veterano (kkk).


Torre Amarela e Vigia, Visto do Morro do Canal

Localização / Acesso

O Morro do Canal, pertencente a Serra do Marumbi, está localizado no município de Piraquara na região metropolitana de Curitiba. Também conhecida como Caminho do Trentino ou Mananciais da Serra esta região possui uma das maiores represas da grande Curitiba, responsável por boa parte do abastecimento de água potável.


O principal acesso é pela BR 277 sentido litoral. Deve-se pegar o último contorno antes da praça do pedágio e entrar na primeira rua à direita, uma estrada rural.



A partir dali, segue sempre pela estrada principal até chegar a uma bifurcação em "T". Nesta bifurcação ingnore a placa que diz que o Morro do Canal fica a direita e pegue a esquerda, pois a estrada a direita está, a algum tempo, desmoronada. Após virar a esquerda siga em frente pouco mais de 1km e encontrará uma nova bifurcação, desta vez não haverá placa. Pegue a direita na bifurcação, uma estrada bem estreita que corta uma propriedade ao meio. Depois de uma curva a direita e uma subida esta estrada sairá em outra maior. Logo encontrará a igreja do Trentino. Após passar a igreja pegue a estrada a direita, depois de uns 4 ou 5 km terá outra bifurcação, a direita segue-se para a chácara Medianeira e a esquerda o Morro do canal. Siga essa estrada até uma nova bifurcação onde encontrará uma placa indicando o morro a direita. Siga reto até a chácara do Zézinho onde poderá estacionar o carro por R$3,00.


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Ficha Técnica
Nível de Dificuldade:           Leve / Médio
Principal Dificuldade:         Alguns paredões com quase 90º (degrais de ferro)
Tempo:
- Subida:                            1h30 min
- Descida:                           50 min
Elevação:
- Mínima: Pouco mais de 1000 metros
- Máxima: Aproximadamente 1340 metros




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